Enquanto candidatos trocam acusações, Rosso apresenta propostas
Rosso apresentou principais propostas que serão colocados em prática durante o governo de transição

O debate entre os candidatos ao governo do Distrito Federal, realizado na noite desta segunda-feira (24), pelo portal Metrópoles, pode ser um bom termômetro para quem quiser avaliar o seu candidato. Inclusive para quem ainda está em dúvida. As discussões foram marcadas por acusações entre os candidatos que têm despontado nas pesquisas de intenção de voto. A exceção ficou a cargo de Rogério Rosso, que teve o melhor desempenho entre os postulantes ao Palácio do Buriti.

No dia em que o candidato Alberto Fraga foi condenado a mais de quatro anos de prisão, em regime semiaberto, por cobrar propina no setor de transporte, o atual governador Rodrigo Rollemberg lembrou o envolvimento de Eliana Pedrosa na máfia dos cemitérios.

A CPI dos Cemitérios investigou o verdadeiro horror que centenas de famílias viveram ao descobrirem, entre outras coisas, que os restos mortais de seus entes haviam desaparecido (link).

Rosso, por sua vez, criticou a distância entre propostas dos postulantes ao GDF e a realidade que encontra nas ruas. “Alguns vêm para o vale tudo. Vale o ataque baixo, rasteiro e do submundo. Mas o que nós estamos vendo hoje, em todos os lugares do Distrito Federal, é uma população revoltada com a saúde, com a segurança pública inexistente, com o sucateamento das escolas. Este é o governo que prefere denegrir e atacar as pessoas”, criticou.

Propostas reais

Durante o debate, Rosso apresentou algumas das principais propostas que já serão colocados em prática durante o governo de transição, logo após as eleições. De acordo com o candidato, há espaço no orçamento para várias mudanças. Inclusive, para o pagamento do reajuste dos servidores.

“Teremos uma série de ações para que possamos fazer uma rápida redução de despesas, com a expansão da economia de forma muito rápida e apoiando o setor produtivo. E, reafirmo, que darei no primeiro semestre a terceira parcela do reajuste dos servidores, além da paridade das Polícia Civil, Militar e dos Bombeiros. Jamais eu me comprometeria a fazer o reajuste sem ter como pagar”, garante Rosso.

Rosso defendeu ainda a descentralização do governo. Desta forma, os impostos ficarão na própria cidade onde são recolhidos. Para ele, o atual modelo de gestão é “antigo e inadequado”. Ele ressaltou ainda o problema da disparidade de renda entre os mais ricos e os mais pobres. “Meu governo será de fato olhando para as pessoas”, completou.

Acompanhe o Rosso




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