Carioca de nascimento e brasiliense de coração, o deputado federal licenciado Rogério Rosso, tem 50 anos. Veio com a família para Brasília ainda bebê, com pouco mais de um ano. Seu pai, o professor aposentado Aldo Rosso, é servidor público concursado do Ministério da Agricultura e veio transferido do Rio de Janeiro para a capital da República.

Rosso é o único candidato ao governo do DF que pediu licença do mandato para disputar a eleição. Assim, não recebe salários nem utiliza a estrutura da Câmara dos Deputados no período eleitoral.

Rogério Rosso candidato a governador do DFMúsico e pai de quatro filhos, ele se formou em direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub). É especialista em marketing pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), e em direito tributário. Estudou tanto em escolas públicas como particulares. Começou a trabalhar cedo, aos 14 anos, no comércio local.

A experiência adquirida na iniciativa privada tem sido fundamental para o exercício dos cargos para os quais tem sido escolhido. Começou como assessor na Caterpillar do Brasil, indústria que fabrica maquinários para o campo e a indústria (1990-1993). Também foi gerente da Mercedes-Benz (1993-1996) e do Grupo Fiat (1996-2002), além de vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) (1998-2001).

Foi em 2003 que entrou para a vida pública, como secretário de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal. No ano seguinte, foi nomeado administrador de Ceilândia, maior cidade do DF. Em 2007, passou a presidir a Companhia de Planejamento de Brasília (Codeplan). Assumiu o governo do DF interinamente, em 2010. Foi eleito deputado federal, em 2014.

Projetos do Rosso

Criação do Ceilambódromo

Durante sua gestão à frente da Administração de Ceilândia, o Carnaval de Brasília se tornou mais acessível para grande parte da população devido a criação do Ceilambódromo.

Confira

Ampliação do entorno

Incluiu diversos municípios na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride-DF)

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Combate à corrupção

Rosso determinou a extinção de órgãos governamentais onde havia indícios de irregularidades.

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Transparência com dinheiro público

Todos os contratos da administração pública do DF foram auditados, durante o governo interino de Rosso, mantendo a continuidade dos programas de governo.

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Eficiência na gestão

Rosso deixou o caixa com superávit de R$ 1,270 bilhão ao novo governo, prezando pelo cumprimento de todos os limites mínimos exigidos pela Lei.

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